quinta-feira, 19 de março de 2009

A questão da indumentária... Ou não !


Caros internautas, o tofu aqui fala-vos de uma questão que tem sido debatida em diversos meios empresariais... a questão da roupa de trabalho que vestimos... Eu sei, eu sei, fatos pretos e cinzentões, camisa apertada até às amígdalas, quase a sufocar, o eterno problema da sovaqueira molhada quando abanamos um pouco mais o rato, epa, uma coisa absolutamente chata e desconfortável, parecemos todos os gajos da selecção em dia de jogo ou um exército de hélderes ou jeovás em plena missão sabatical num vulgar fim de semana. Odeio isso. Odeio não ser colorido.
Os ventos de S. Domingos de Rana trazem-nos todos os dias novas lições de moda. Presenteiam os moradores com os mais variados tons, com uma predominância subtil do côr de rosa choque, absorvido (e muito bem) por gravatas de tom suave e de toque agradável. O roxo também é presença assídua, talvez escolhido por uma opinião feminina, quiçá, imposta a um breve pequeno almoço.

A questão central, essencial, amiguinhos, é que temos de inovar ! Em tempos de crise, contra a depressão, toca a marchar. Devemos atender o público coloridamente, devemos sacar do armário a soquinha branca assim como as camisas Victor Emanuel de anos 70 com os mais variados tons. Se virmos um item interessante num armazém Conde Barão, comprem ! Se for na feira, por deus, comprem ! Nao se acanhem. Tudo em prol de um atendimento mais alegre, mais inovador, podemos atirar um machado ao desgraçado do homem, mas façam-no pensar que quem está por trás, está alegre, está bem disposto ! Juntos, sabemos, mudaremos a crise, xô depressão.

Até à próxima... Ou não...

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